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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Estranho asteroide em forma de charuto atravessa o sistema solar em alta velocidade e intriga cientistas.



Sabemos que um número incontável de rochas grandes e pequenas viajam pela imensidão do nosso sistema solar. Porém, o asteroide descoberto no dia 19 de outubro, batizado de Oumuama (em dialeto havaiano: "o mensageiro de longe que chega primeiro"), chamou a atenção dos astrônomos devido a algumas características muito peculiares.

A primeira, como podemos ver na concepção artística da foto, é seu incomum formato de charuto com extremidades pontiagudas. Segundo as observações feitas até agora pela equipe do telescópio Pan-STARRS1, da Universidade do Havaí, O objeto tem cerca de 400 metros de comprimento e apenas 40 metros de largura; apresenta rotação rápida (girando como se fosse uma broca); é avermelhado e possui drásticas mudanças de brilho, o que inclusive contribuiu para sua descoberta. Os cientistas também acreditam que ele seja denso, rochoso ou metálico, mas não possua gelo ou agua.

A segunda característica que chamou a atenção dos pesquisadores é que esse objeto misterioso, provavelmente não pertence ao nosso sistema solar. Os observatórios mostram que o asteroide parece ter vindo da estrela Vega, na constelação de Lyra, ou seja, diretamente acima do plano elíptico onde os planetas e outros asteroides orbitam à volta do sol. Viajando a uma velocidade 87,3 quilômetros por segundo (!), o Oumuamua passou por dentro da órbita de mercúrio e logo foi “catapultado” pela intensa gravidade solar, fazendo uma brusca curva “por baixo” do sistema solar.

Thomas Zurbuchen, administrador associado do diretório de missão científica da Nasa, disse: "Por décadas nós elaboramos teorias de que esses objetos interestelares existem, e agora - pela primeira vez - temos uma evidência concreta de que eles são reais”. É possível que o asteroide de forma alongada tenha se formado ao redor de uma estrela, contudo, os cientistas acreditam que ele já esteja vagando pela Via láctea há milhões de anos, pulando de um sistema solar para outro.

Apesar da euforia dos astrônomos, eles se apressam para estudar o objeto enquanto ainda podem. Pois, pela velocidade com que está se deslocando, o estranho visitante do espaço exterior estará fora do alcance dos telescópios terrestres em poucas semanas.... Pela trajetória que está seguindo, é possível que em janeiro, ele atravesse a órbita de Saturno e siga em direção a constelação de Pégasus, sumindo novamente na imensidão do espaço sideral onde continuará vagando pela eternidade.
(Fotos: NASA/JPL - Caltech/IAU)

Para complementar, assistam os vídeos abaixo. Estão em português....





terça-feira, 31 de outubro de 2017

Os índios Macuxi e a Terra oca

Os Macuxis são uma das tantas etnias indígenas que habitam a vasta região da floresta amazônica. No Brasil essa tribo se concentra no estado de Roraima, perto da fronteira com a Guiana e da Venezuela. Entre as lendas contadas ao redor da fogueira por estes índios uma particularmente se destaca por seu conteúdo fantástico.


Eles se dizem descendentes dos filhos do Sol, o criador do fogo e da doença e os protetores do “interior da terra”. E as histórias contadas oralmente - há mais de cem anos - nas aldeias desta tribo faz lembrar muito o livro de ficção “Viagem ao centro da Terra”, famoso clássico de Júlio Verne. Segundo a lenda, em 1907, um grupo de indígenas encontrou uma estranha caverna escondida na selva, entraram nela e viajaram por quinze dias até chegar a um lugar onde encontraram criaturas gigantes, com cerca 3-4 metros de altura. Eram os habitantes daquele submundo desconhecido. 

De acordo com a lenda Macuxi, aqueles que entraram na misteriosa caverna desceram durante três dias por enormes escadarias com o auxílio de suas tochas. Após o terceiro dia eles puderam continuar o caminho em direção ao centro da Terra sem as tochas, pois o local estava todo iluminado por luzes que já se encontravam lá. Segundo eles, eram lanternas gigantes, do tamanho de uma melancia e que brilhavam tanto como o sol.

Depois de mais cinco dias de viagem eles começaram a perder peso e massa corporal, o que lhes permitiu se mover muito mais rápido. E a partir do quinto dia aqueles homens aventureiros puderam ver enormes cavernas, com limites tão altos que não podiam ser vistos. Em uma das câmaras daquele sistema de cavernas haviam quatro objetos “como o sol”, cujo propósito era desconhecido para o povo Macuxi.

O “mundo subterrâneo” dos Macuxis

No interior da Terra haviam lugares onde as árvores frutíferas cresciam normalmente e produziam muita comida. Após o sexto e o sétimo dia de jornada, os macuxis dizem ter encontrado frutas como cajus, mangas, bananas, carvalhos e ainda outras plantas menores. Quanto mais a tribo descia para o centro do planeta, mais áreas com vegetações apareciam. Porém, nem todas as áreas eram prósperas e verdejantes, havia lugares que pareciam bem perigosos e que deveriam ser evitados, como as regiões com pedras e riachos profundos.

A tradição oral dos Macuxis afirma ainda que depois de passarem por essas câmaras gigantes, o que levou praticamente a metade da viagem, os índios precisaram se mover com cuidado porque o “ar” misterioso do lugar podia levar as pessoas a “voar e flutuar”. Seguindo sua jornada em direção ao centro da Terra, eles chegaram a um lugar onde os gigantes supostamente viviam. Os exploradores foram recebidos amistosamente e puderam comer da mesma comida que os gigantes: Maças do tamanho de uma cabeça humana, uvas do tamanho de um punho fechado e enormes e deliciosos peixes que eram pescados pelos habitantes locais e oferecidos aos visitantes como presentes.

Os Macuxis passaram algum tempo naquele lugar e após se abastecerem com a comida oferecida pelos gigantes voltaram para suas casas no mundo exterior. Durante muito tempo esse índios afirmaram serem os “guardiões” da entrada para o submundo. Mas, segundo contam, um dia exploradores britânicos chegaram na Amazônia em busca de ouro, diamantes e outras riquezas. Ao se aventurarem nas cavernas esses exploradores estrangeiros nunca mais voltavam. Depois desse evento os seres intraterrenos puniram os macuxis por não cumprirem com seus deveres e a lendas dos gigantes desapareceram com o passar dos anos. Hoje, essa tribo continua a falar de uma terra no interior da Terra que está cheia de riquezas e poderes inimagináveis para nós do mundo exterior.


E então?
Obviamente, quase todos consideram essas histórias macuxis apenas lendas antigas. No entanto, esses nativos levam tudo isso muito a sério. A teoria da “Terra oca” não é nova. Existem centenas de histórias fantásticas ao redor do mundo abordando aventuras como essa. E não é raro aparecer alguém disposto a realizar mais uma viagem em direção ao desconhecido em busca de respostas e de riquezas... Apenas a título de curiosidade, quero deixar abaixo o relato de um Xamã que afirma ter encontrado uma passagem subaquática que levaria para “um outro tempo” semelhante ao nosso.

Confira...




sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Estariam incendiando Portugal de propósito?

Todos os que assistiram os noticiários desta semana devem ter visto a terrível situação de Portugal, são cerca de 500 focos de incêndio ardendo em todo o país. Em muitas regiões as belas paisagens florestais viraram uma desolação e mais de 100 pessoas já perderam suas vidas nesta tragédia nos últimos quatro meses. As autoridades portuguesas estão procurando explicações para estes sinistros. Alguns lançam mão até da falácia do aquecimento global.

Mas no começo da semana (16) Jaime Marta Soares, que é o presidente da liga dos bombeiros, deu uma declaração bastante enigmática. Segundo Marta Soares “há uma organização TERRORISTA levando Portugal à esta situação”. Na entrevista dada ao portal de notícias RTP ele chega a ser enfático ao dizer que mais de 80% dos focos de incêndio são de origem criminosa e que não é possível que indivíduos agindo de forma avulsa consigam criar uma instabilidade tão concreta e objetiva assim. Por motivos óbvios Marta Soares não arrisca apontar suspeitos, mas exorta as autoridades portuguesas a esclarecer logo a origem deste desastre.

No momento há mais de 6000 bombeiros combatendo o fogo no país, no entanto, a situação ainda continua sendo de calamidade total e – para piorar - as chamas já estão “respingando” na Espanha onde três pessoas já morreram.



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

As árvores gigantes de silício e o mundo petrificado

E se as montanhas de topo achatado que existem hoje fossem na verdade apenas os tocos de gigantescas árvores do passado? Esta é talvez a teoria mais fantástica com que eu já deparei desde o início do ano! Tomei conhecimento dela por acaso quando assistia alguns vídeos no Youtube e descobri que existe pouca informação em português sobre essa exótica tese.

Como bem sabemos, o Carbono é um elemento base para a vida. E em 1974 o rádio telescópio Arecibo enviou uma mensagem para as profundezas do espaço com informações sobre o planeta e sobre a nossa civilização, essa mensagem apontava o Carbono como um dos elementos primários para a constituição de vida na Terra. O sinal (em código binário) foi enviado na esperança que uma possível civilização extraterrestre pudesse "esbarrar" nele ao acaso um dia.

Curiosamente, dois Crop Circles foram encontrados em 21 de agosto de 2001 em Hampshire, no Reino Unido e a mensagem era uma aparente resposta ao sinal enviado em 1974. Este código, foi deixado em uma plantação perto do rádio telescópio de Chilbolton e informava que os supostos seres que estariam respondendo àquela mensagem tinham o silício como base da vida e não o Carbono como nós humanos. É aqui que entra a tal teoria das árvores gigantes e do mundo petrificado...

Em algum momento no passado, ainda na era pré-diluviana, existiram homens gigantes sobre a Terra (Ler Genesis 6:4), chamados de Nefilins. A Bíblia descreve esse povo como “os varões de fama da antiguidade” e os relaciona com o aumento da iniquidade no mundo. Até aqui já sabemos. Mas, estudiosos e integrantes de um movimento chamado “No forests” (Sem florestas) tem afirmado que naqueles tempos remotos existia toda uma forma de vida baseada, não no Carbono como nós, mas em outro elemento químico: O Silício. Desta forma esse mineral era a base da vida não apenas dos homens, mas também dos animais e das... árvores!

O silício é o segundo elemento mais abundante da crosta terrestre, atrás apenas do Oxigênio e o Quartzo e suas variedades são formas cristalinas de silício existentes na natureza. Atualmente esse material é muito importante na indústria da tecnologia, sendo usado na fabricação de componentes eletrônicos, microchips de armazenagem de memória e na inteligência artificial. Então... Por ser um bom condutor de energia essas árvores do passado geravam frutos gigantes, como os cachos de uvas que os espiões israelitas colheram quando entraram em Canaã e precisaram de dois homens para conseguir carregar (Cf Números 13:33). Essas árvores tinham vários quilômetros de altura poderiam ser poderosos sistemas de inteligência da antiguidade, mas os gigantes (Nefilins) cortaram todas elas, pois necessitavam do seu composto mineral.

Não vemos hoje nossa própria espécie destruindo e esgotando os recursos naturais sem a menor preocupação com o futuro? Os nefilins faziam o mesmo naqueles primeiros dias da Terra! São exemplos de remanescentes daquelas árvores descomunais: A ‘Torre do Diabo’ em Wyoming (EUA) e o monte da fortaleza de Massada em Israel. Aliás, a ‘Torre do Diabo’ e formada por colunas hexagonais, muito semelhante ao que aprendemos em aulas de botânica sobre a estrutura interna das raízes.

Gigantes de pedra

Mas o que aconteceu com esses antigos habitantes da Terra? Os gigantes de pedra que teriam cortado essas árvores descomunais? Não se sabe ao certo. Mas, o canal do Youtube Age of disclosure faz um estudo onde revela dezenas de formações rochosas ao redor do mundo que se assemelham a rostos, olhos, mãos humanas e até animais gigantescos. Ou seja, formas de vida que estariam na verdade petrificadas, vítimas de algum processo ainda desconhecido para nós. Alguns sugerem que PLASMA e o silício interagiram em determinadas condições especiais e o fenômeno petrificou os seres vivos deste passado remoto. Tudo isso antes ou durante o Dilúvio. Essa “nova ciência”, que trabalha com vestígios de fósseis de pedra gigantescos está sendo chamada de Mud Fossils. Já foram encontradas inclusive veias e artérias dentro de cavernas!

Olha, não sei se é possível existirem seres baseados no silício. Mas... Quando enquanto fazia esta pesquisa imagine o quanto não fiquei surpreso quando me dei conta que o Carbono, elemento primário para a vida humana, tem como número atômico 6 (número de prótons), além de possuir 6 elétrons e.. 6 neutrons! Isso mesmo 666... Na numerologia bíblica o número “seis” representa o homem e a imperfeição. Parece que até em nossa composição Deus faz questão de nos lembrar de nossa natureza decaída e sujeita a degradação!

O que penso sobre isso...

Essa teoria é tão fantástica que se torna um pouco difícil de ser aceita... Porém, ela não é improvável! Algumas formações, em especial essas hexagonais, nos deixam com a pulga atrás da orelha. A Torre do Diabo, por exemplo, parece claramente com o toco de uma gigantesca árvore de 6 ou 7 quilômetros de altura. 

E convenhamos, é mais fácil acreditar nisto do que nas explicações oficiais: De que seriam formações vulcânicas de magma. E que tamanho deveria ter uma parreira para que desse uvas tão grandes que precisariam ser carregadas por dois homens de tamanho normal? E que espécie de humano PLANTOU essa parreira? A respeito dessa gente os israelitas chegaram a exclamar “éramos como gafanhotos aos olhos deles! ”.

Embora haja bastante divergência sobre o tamanho exato destes gigantes é certo que eles existiram. Poucos sabem, mas até mesmo machados enormes já foram encontrados no Iraque. Essas evidências são mantidas em segredo por um motivo muito simples: Elas destroem com a teoria da evolução, que se tornou uma espécie de “establishment’ inquestionável nos meios acadêmicos. Por essa razão as viagens e pesquisas de campo por conta própria se fazem tão necessárias para os estudantes dedicados. Mas... apesar dos estudos e das especulações, o passado remoto parece tão obscuro quanto o futuro. Então não me arrisco a afirmar nada sobre esse tema. Mas sugiro que estudem e assistam os vídeos que deixarei logo abaixo são bem interessantes.


The mountains are ancient giant trees! (Vídeo em Inglês)


Fontes:

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Teste nuclear causa terremoto na penísula coreana!


Na madrugada do último domingo o site http://www.painelglobal.com.br, que registra abalos sísmicos em todo o mundo, apontou um tremor de 6.3 graus na escala Richter na Coreia do Norte. Porém, este terremoto não foi causado por fissuras nas placas tectônicas, nem por qualquer outra causa natural e sim por um teste de bomba nuclear realizado pelo regime do ditador Kim Jong-un.

Já no início da madrugada de domingo o Japão detectou o sismo, que horas mais tarde foi confirmado pelo governo da Coreia do Norte. Segundo o anúncio da agência de notícias estatal daquele país "O teste da bomba de hidrogênio, projetada para ser instalada em mísseis balísticos intercontinentais, foi realizado com sucesso". A notícia provocou reação do conselho de segurança da ONU que anunciou que irá se reunir para tratar o assunto ainda essa semana; também causou grande tensão tanto na Coreia do Sul e no Japão.

Pois é... Não sabemos o que pode acontecer nos próximos dias, mas infelizmente parece que uma trágica guerra se aproxima com resultados e consequências imprevisíveis. O líder norte coreano é um doido que se acha um “deus”, mas a bomba de hidrogênio que ele testou não é brincadeira. É um artefato nuclear extremamente letal, muito mais poderoso que as bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki no final da II Guerra Mundial. Então, seria um alívio para o mundo se esse homem fosse removido do poder e certamente os EUA tem poder para fazer isso. No entanto, o temor de uma retaliação é real; a capital da Coreia do Sul, Seul, está tão perto da fronteira com o norte que um contra-ataque dos comunistas com obuses poderia devastar a cidade deixando dezenas ou centenas de milhares de mortos, causando uma gigantesca crise humanitária. Esse dilema tem atado as mãos de presidente Donald Trump.

Porém, Trump não é o Obama. Dificilmente ele vai tolerar por muito tempo um regime hostil como a Coreia do Norte se armando com mísseis e ogivas nucleares capazes de colocar em risco a segurança de seu país. E visto que as sanções econômicas não estão fazendo nenhum efeito, a opção militar parece estar cada dia mais próxima de ser escolhida. Ainda assim existem muitas variáveis. Ninguém sabe ainda qual seria a reação exata da China e da Rússia, tradicionais defensores do regime norte-coreano; nem sabemos se o Japão tem capacidade de se defender dos mísseis balísticos inimigos (mas ao que parece não tem!). Também não sabemos se um eventual conflito no extremo oriente se alastraria pelo globo causando a III Guerra Mundial, nem o que isso mudaria no cenário geopolítico contemporâneo.

Por enquanto só podemos especular. Mas quem tiver condições já deveria tomar medidas para proteger a família de uma provável crise econômica, principalmente estocando alimentos e poupando mais dinheiro. Esperamos, é claro, que algo tão desastroso assim não aconteça. Vamos continuar acompanhando atentamente esses eventos e que Deus nos proteja.

PS: Enquanto terminava de escrever esse artigo, recebo notícias de que a Coreia do Norte prepara o lançamento de mais um míssil balístico e que Washington promete “resposta militar massiva” a Kim Jong-um...  A coisa continua esquentando!

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